Diabetes e suas implicações psicológicas

O Diabetes Mellitus é um dos mais importantes problemas de saúde pública e uma das maiores dificuldades encontradas pelos profissionais de saúde. No processo de intervenção clínica encontra-se baixa adesão devido às mudanças de hábitos de vida que a doença impõe. Para que haja maior adesão ao tratamento é preciso levar em consideração os aspectos psico-socioculturais, interpessoais e as reais necessidades psicológicas da pessoa diabética.
Um estudo feito pela USP através do CEEAI, localizado em Ribeirão Preto, com o objetivo de identificar as dificuldades dos portadores de diabetes, em relação ao tratamento da doença, constatou que os pacientes sentem rejeição e negação quanto à sua condição de doente, sofrimento e revolta devido às restrições alimentares e necessidades de atividade física e medicação.
Estes sentimentos aparecem pelo fato do diabetes ser uma doença crônica e exigir mudanças de hábitos em todas as esferas do cotidiano. Os eventos da vida estão apoiados no tripé hereditariedade, cultura e a forma como os entendemos. O fator hereditariedade exige uma postura de aceitação, o da cultura requer entendimento e compreensão e a forma como entendemos os eventos pode ser modificada.
Para que isto aconteça é preciso reconhecer, aceitar, sair da zona de conforto e treinar mudanças de hábitos.
Em geral, quanto mais cedo a doença se manifesta é mais fácil rever e por em prática novas atitudes, porém, isso não isenta a pessoa de vivenciar sofrimentos.
Uma paciente soube que tinha diabetes na adolescência e comentou em consulta: “Aprendi desde cedo a fazer tudo certinho, ou seja, sigo uma alimentação correta, verifico a glicemia e aplico a medicação sempre que necessário. Faço atividade física, mas não falo pra ninguém que sou diabética por temer preconceito, que envolve dó ou alguma restrição do tipo você não pode fazer isso ou aquilo.”
Neste sentido é de suma importância o acompanhamento das doenças crônicas por uma equipe multiprofissional, para evitar que aspectos psicológicos possam interferir no físico e vice-versa.

O estresse pode alterar os níveis de colesterol?

Sim. Diversos estudos correlacionam o estresse emocional com o aumento do colesterol
sanguíneo, embora este mecanismo não esteja elucidado.

O que se sabe é que o estresse pode provocar aumento do colesterol total pelo aumento de LDL (lipoproteína de baixa densidade) e diminuição de HDL (lipoproteína de alta densidade), favorecendo as doenças cardiovasculares. Os autores comentam que o estresse por si só não é considerado um fator de risco para as doenças cardiovasculares, mas sim quando associado a outros fatores como tabagismo, má qualidade da dieta, sedentarismo, entre outros.

O estresse também estimula o sistema nervoso simpático, liberando adrenalina na corrente sanguínea, resultando no aumento da frequência cardíaca, aumento da força contrátil dos batimentos cardíacos e aumento da resistência periférica, resultando no aumento da pressão arterial, o que também é fator de risco para as doenças cardiovasculares.

Um experimento com ratos de laboratório provou que o colesterol dos animais que sofriam de estresse a partir de choques elétricos era significativamente mais alto do que o do grupo que não recebia os choques, sendo que ambos os grupos se alimentavam de uma mesma ração rica em lipídios.

Já estudos com seres humanos demonstraram que homens executivos apresentam níveis de colesterol mais elevados em períodos de maior estresse, comparados com períodos mais calmos nas empresas onde trabalham, sem mudanças significativas na alimentação e atividade física. Estudantes de medicina também apresentaram maiores níveis de colesterol durante o período de exames, comparados aos períodos em que não estavam sob o estresse das provas. Em ambos os casos, não foi citada a relação com o risco para doença cardiovascular.

Entenda por que a ansiedade favorece a formação de placas de gordura.

No final do domingo, você já calcula como será semana: reuniões, almoços apertados e uma série de compromissos tiram o sossego do restinho do seu final de semana. Em casa, as coisas não são mais simples: filhos e as tarefas do dia-a- dia acumulam-se, tirando a calma e aumentando o stress. Enquanto isso, seu coração sofre em silencio.

Apesar de não trazer sintomas, o colesterol alto é um dos efeitos do excesso de stress. "A ansiedade aumenta a liberação de cortisol no organismo, hormonio que faz crescer a concentração de glicose no sangue, desencadeando problemas como diabetes, altos níveis de triglicérides e descontrole de colesterol", afirma o psicoterapeuta Geraldo Possendoro, especialista em Stress e Ansiedade pela Unifesp.

Mas a confusão não termina aí. Cada vez que você fica ansioso, a quantidade de radicais livres que passam a circular no seu organismo aumenta. "Os radicais são produzidos por nossas células durante o processo de combustão do oxigênio, utilizado para converter os nutrientes dos alimentos em energia" afirma o psicoterapeuta. "Com a ansiedade, a presença dos radicais no organismo aumenta, podendo gerar o agravamento de problemas cardíacos. Isso porque eles interagem com o colesterol em excesso no organismo, formando placas nas paredes dos vasos sanguíneos, além de piorar certas doenças inflamatórias e causar envelhecimento". Pessoas mais estressadas tendem a respirar de forma mais ansiosa e desordenada, favorecendo a formação de placas, portanto.

aaaaaaaaaa

Atividades físicas

Para combater o stress, os especialistas recomendam os exercícios físicos, como os esportes aeróbicos. Outra saída eficiente para relaxar esta ansiedade, melhorar a respiração e aprimorar a qualidade de vida é a prática de ioga. "É uma boa alternativa, porque trabalhos desde a respiração até uma filosofia de vida diferente nas aulas", afirma o instrutor da Uni-Yôga, Fernando Almeida. "Mais do que fazer as pessoas controlar a ansiedade, trabalhamos a expansão de consciência, ajudando os alunos a repensarem seus valores e não dedicarem energia demais a projetos que não trazem satisfação" diz Fernando.

Reuters Health*

Um interessante estudo divulgado no final do ano passado faz uma ligação entre o estresse e os níveis de colesterol. Esse estudo foi realizado no Inglaterra, por profissionais da University College of London e divulgados no jornal científico Health Psychology, em novembro de 2005.

Os resultados mostram que indivíduos submetidos a situações de estresse podem ter aumentos temporários de seus níveis de colesterol sanguíneo. Sendo que aqueles que têm mais facilidade para aumentar tais níveis em situações agudas, após três anos tem mais chance de terem níveis elevados no seu colesterol permanentemente.

Os autores postulam que sob estresse o colesterol é produzido em maior quantia pelo fígado, e de outra parte, na condição de estresse contínuo, o corpo tem dificuldades de retirar o colesterol circulante do sangue.

Finalmente os cientistas estão documentando um aspecto biológico fundamental dos seres humanos. O colesterol é parte essencial da formação de células e da reparação dos tecidos. Também é ingrediente primordial da formação dos hormônios mais importantes para a subsistência dos seres humanos: os esteroides, o grupo de hormônios que maneja a reprodução e a adequação do indivíduo ao meio ambiente.

Sob estresse, a reação atávica de um ser vivo é fugir ou lutar. Em ambas essas situações o corpo desse indivíduo pode sofrer danos, ferimentos, perdas teciduais e outros traumas, que precisam de reparação, à custa da cicatrização e recuperação celular. Provavelmente, para permitir uma resposta mais rápida a essas demandas, o organismo, numa sabedoria ancestral, aumenta suas taxas de colesterol, tanto para permitir um aumento de cortisóis, os hormônios que habilitam o corpo a resistir ao estresse, quanto para produzir mais células e mais tecidos, já que a membrana celular de todos os animais é constituída de uma camada lipoproteica, sendo a porção lipídica (gordurosa) originária do colesterol.

bbbbbbbbbb

Hoje em dia, o mundo fornece um tipo de sofrimento todo especial, e um modo geral nós não fugimos nem atacamos – fisicamente – ninguém. Nossos sofrimentos são muito trabalhosos de serem modificados. Exigem um tipo de consciência que a maioria das pessoas teme em exercer. Exigem atitudes que praticamente ninguém ousa conceber. Ficamos pasmados, parados, inertes em uma miséria comportamental plena de indivíduos frustrados, entristecidos, incompletos, ansiosos e cúmplices de uma postura maléfica com o meio ambiente. Essa cumplicidade é tolerada com uma fascinante capacidade de fornecermos diagnósticos psiquiátricos que liberam o homem da necessidade de

Em vez de mudarmos o mundo que recriamos, de modificar os rumos sociais que apostamos, tomamos remédios que entorpecem a mente e nos tornam membros de um time de afortunados da tecnologia médica. Somos gentilmente agraciados com Zoloft, Apraz e Lítio. Se pudermos pagar para compramos a paz que essa química pode dar, podemos manter galhardamente a mesma vida de sempre, com as mesmas decisões já tomadas, sem qualquer transformação. As mesmas relações, o mesmo emprego, a mesma inércia de sempre. A mesma crença no fabuloso progresso que chegamos. qualquer mudança.

No caso do colesterol, temos substâncias, originadas de um mortal cogumelo venenoso, que geraram uma família de medicamentos: as estatinas (Sinvastatina entre outros). Esse tipo de cogumelo mata porque bloqueia a formação de colesterol pelo fígado de suas vítimas. Como não temos a pretensão de mudar as fontes de estresse em nossa sociedade, optamos por bloquear o funcionamento normal de nosso fígado, para reduzir as taxas de colesterol. Com certeza uma brilhante decisão!

No caso do colesterol, temos substâncias, originadas de um mortal cogumelo venenoso, que geraram uma família de medicamentos: as estatinas (Sinvastatina entre outros). Esse tipo de cogumelo mata porque bloqueia a formação de colesterol pelo fígado de suas vítimas. Como não temos a pretensão de mudar as fontes de estresse em nossa sociedade, optamos por bloquear o funcionamento normal de nosso fígado, para reduzir as taxas de colesterol. Com

certeza uma brilhante decisão!

Ataque Cardíaco versus Ataque de Pânico

ataque-cardiaco

Para quem não sabe, a ansiedade exacerbada pode gerar sintomas semelhantes aos de um ataque cardíaco, deixando o paciente com um medo fortíssimo de que algo grave esteja prestes a ocorrer. Segundo a Organização Mundial de Saúde, em algum momento da vida, nós podemos passar por um ataque de pânico, que em geral ocorre após um momento de estresse ou após a vivência de uma situação traumática.

Em geral os ataques de pânico são inesperados, a pessoa pode sentir um medo que não consegue controlar, o coração dispara, pode ter tontura,tremores, falta de ar, sensação de que o ambiente é perigoso, que vai morrer ter um ataque cardíaco ou derrame, ou mesmo perder o controle. Na hora da crise, a pessoa também pode suar muito, ter calafrios, sentir se fraco,desamparado, com formigamento nas mãos, pés e rosto, ter a sensação de entorpecimento, bem como dor no peito, náuseas e mudança da pressão arterial.

As causas por trás desses sintomas possuem uma base comum: ao atravessar por dificuldades psicológicas a pessoa camufla as dificuldades por não saber lidar com certas emoções.

Por exemplo, alguns homens demonstram facilmente sentimentos como a raiva ou a ira, mas nunca exteriorizaram de forma eficaz a sua tristeza, os seus medos, ou a sua ansiedade.A inabilidade para encarar estas emoções acaba por transformar-se em tensão, com manifestações físicas que dificultam o diagnóstico.

O ataque de pânico vivido repetidas vezes, pode se transformar em distúrbio do pânico que é considerado um transtorno de ansiedade. Estatísticas mostram que o número de pessoas que se identificam com o transtorno do pânico está crescendo (sendo que só nos Estados Unidos ele já atinge entre 3 e 6 milhões de pessoas), é duas vezes mais frequente em mulheres do que em homens e aparece entre 18 e 35 anos.

Os sintomas da síndrome do pânico que normalmente voltam a ocorrer é o medo que um novo ataque leve a morte. Se não tratado o transtorno de pânico,pode levar a pessoa a apresentar várias fobias que limitam em alto grau a sua possibilidade de ação, isolando-a cada vez mais.

Os tratamentos geralmente indicados são a medicação que ajuda a diminuir a ocorrência das crises, a psicoterapia que ajuda a entender e a lidar com os sintomas, a atividade física, o relaxamento e técnicas de respiração que ajudam no enfretamento de problemas.

O Estresse pode alterar os níveis de colesterol?

 

Diversos estudos correlacionam estresse emocional com o aumento do colesterol sanguíneo. Ele pode provocar o aumento do colesterol total e diminuição de HDL. Apesar de não trazer sintomas, o colesterol alto é um dos efeitos do excesso de estresse. A ansiedade aumenta a liberação de cortisol no organismo, hormônio que faz crescer a concentração de glicose no sangue, desencadeando problemas como diabetes, altos níveis de triglicérides e descontrole de colesterol.

A reação imediata de um ser vivo, quando exposto a situação de estresse é fugir ou lutar, em ambas corpo do indivíduo pode sofrer danos, como ferimentos, perdas teciduais e outros traumas que precisarão de reparação. Para permitir uma resposta mais rápida a essas demandas o organismo aumenta as suas taxas de colesterol, tanto para permitir um aumento de cortisóis, hormônios que reabilitam o corpo para resistir ao estresse quanto para produzir mais células e mais tecidos.

Atualmente, o mundo fornece um tipo de sofrimento especial, e de um modo geral nós nem fugimos nem atacamos – fisicamente – ninguém. Nossos sofrimentos são muito mais trabalhosos de serem modificados.

A confusão não termina aí, cada vez que se fica ansioso, a quantidade de radicais livres que passa a circular no organismo aumenta. Estes são produzidos por células durante o processo de combustão de oxigênio, utilizado para converter os nutrientes dos alimentos em energia.

Pessoas mais estressadas tendem a respirar de forma mais ansiosa e desordenada, favorecendo a formação de placas. Portanto, para combater o estresse, os especialistas recomendam psicoterapia para identificar os agentes estressores e como lidar com eles, bem como exercícios de respiração e técnicas de relaxamento para melhorar e aprimorar a qualidade de vida.

Ao ajudar as pessoas a controlar a ansiedade, trabalha-se a expansão de consciência, ajudando a repensar seus valores e não dedicar energia demais à projetos que não trazem satisfação.

 

 

Ataque Cardíaco versus Ataque de Pânico

Para quem não sabe, a ansiedade exacerbada pode gerar sintomas semelhantes aos de um ataque cardíaco, deixando o paciente com um medo fortíssimo de que algo grave esteja prestes a ocorrer.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, em algum momento da vida, nós podemos passar por um ataque de pânico, que em geral ocorre após um momento de estresse ou após a vivência de uma situação traumática.

Em geral os ataques de pânico são inesperados, a pessoa pode sentir um medo que não consegue controlar, o coração dispara, pode ter tontura, tremores, falta de ar, sensação de que o ambiente é perigoso, que vai morrer ter um ataque cardíaco ou derrame, ou mesmo perder o controle. Na hora da crise, a pessoa também pode suar muito, ter calafrios, sentir se fraco, desamparado, com formigamento nas mãos, pés e rosto, ter a sensação de entorpecimento, bem como dor no peito, náuseas emudança da pressão arterial.

As causas por trás desses sintomas possuem uma base comum: ao atravessar por dificuldades psicológicas a pessoa camufla as dificuldades por não saber lidar com certas emoções.

Por exemplo, alguns homens demonstram facilmente sentimentos como a raiva ou a ira, mas nunca exteriorizaram de forma eficaz a sua tristeza, os seus medos, ou a sua ansiedade.A inabilidade para encarar estas emoções acaba por transformar-se em tensão, com manifestações físicas que dificultam o diagnóstico.

O ataque de pânico vivido repetidas vezes, pode se transformar em distúrbio do pânico que é considerado um transtorno de ansiedade. Estatísticas mostram que o número de pessoas que se identificam com o transtorno do pânicoestá crescendo (sendo que só nos Estados Unidos ele já atinge entre 3 e 6 milhões de pessoas), é duas vezes mais frequente em mulheres do que em homens e aparece entre 18 e 35 anos.

Os sintomas da síndrome do pânico que normalmente voltam a ocorrer é o medo que um novo ataque leve a morte. Se não tratado o transtorno de pânico, pode levar a pessoa a apresentar várias fobias que limitam em alto grau a sua possibilidade de ação, isolando-a cada vez mais.

Os tratamentos geralmente indicados são a medicação que ajuda a diminuir a ocorrência das crises, a psicoterapia que ajuda a entender e a lidar com os sintomas, a atividade física, o relaxamento e técnicas de respiração que ajudam no enfretamento de problemas.

O que é ansiedade?

A ansiedade é uma reação de defesa do nosso organismo ante um perigo. A ansiedade pode ser protetora ou incapacitante.

A ansiedade é uma das emoções mais perturbadoras pessoas podem sentir.Acontecimentos, positivos e negativos, importantes da vida podem contribuir para o surgimento da ansiedade, principalmente quando os indivíduos enfrentam experiências difíceis e aversivas no cotidiano.

Os sintomas de ansiedade podem se manifestar a nível físico, como a sensação de aperto no peito e tremores ou a nível emocional como a presença de pensamentos negativos, preocupação ou medo.

Os sintomas de ansiedade podem levar o individuo a ser incapaz de realizar as tarefas do dia-a-dia, pois, entra em pânico e, por isso, é importante aprender a controlar e, se possível, tratar a ansiedade.

 

Como eu sei se a ansiedade é protetora ou incapacitante?

Se for atravessar uma rua, paro e olho para os dois lados e só atravesso quando permitido, então a ansiedade é protetora, Agora se o medo se torna opressivo, muito fora de proporção do real risco envolvido, então é um sinal de ansiedade incapacitante.

A distinção entre transtorno da ansiedade e ansiedade normal é se suas emoções estão causando muito sofrimento e disfunção.Se você encontrar-se frequentemente deitado e acordado, preocupado ou agitado com problemas específicos, ou nada em particular – pode ser um sinal de transtorno da ansiedade.
Ter ansiedade ou sofrer desse mal faz com que a pessoa perca uma boa parte da sua autoestima, ou seja, ela deixa de fazer certas coisas porque se julga ser incapaz de realizá-las. Assim a ansiedade está de certa forma ligado à palavra medo, e faz com que a pessoa passe a ter medo de errar quando da realização de diferentes tarefas, muitas vezes desistindo sequer de tentar.

A ansiedade em níveis muito altos, ou quando apresentada com a timidez ou depressão, impede que a pessoa desenvolva seu potencial intelectual.

O aprendizado é bloqueado e isso interfere não só no aprendizado da educação tradicional, mas na inteligência social. O indivíduo fica sem saber como se portar em ocasiões sociais ou no trabalho, o que pode levar a estagnação na carreira.

Como controlar a ansiedade?

Apesar das fobias serem incapacitantes, elas não são óbvias a todo instante. De fato, elas não podem vir à tona até que você enfrente uma situação específica e descobre que você é incapaz de superar o seu medo.

Se você sente que sua vida tem restrições devido ao medo e isso te incomoda e não te permite atingir seus objetivos, então é hora de procurar tratamento.

O tratamento pode ser feito com psicoterapia e/ou medicamentos, é claro que os medicamentos são muito importantes, mas se forem retirados sem a avaliação de um psiquiatra a ansiedade aparece novamente. A psicoterapia ensina analisar e enfrentar as causas psicológicas deste transtorno.

Na psicoterapia você pode aprender a reconhecer os seus medos e procurar dentre de si mesmo recursos para enfrentar esses medos de modo a melhorar sua qualidade de vida.

Se você sente que tem um problema com ansiedade, mande seu e-mail e eu vou te ensinar uma técnica de controle da ansiedade. Estou à disposição para te ajudar a conhecer, compreender e aprender a lidar com a sua ansiedade.

HPV e suas complicações

 

HPV e suas complicações
Worried young woman being accused

O HPV é uma doença sexualmente transmissível e atinge em geral homens e mulheres entre 14 e 29 anos. Existem mais de 100 tipos de HPV que podem variar de baixo a alto risco.

Um estudo realizado junto ao centro de referência DST/AIDS em SP mostrou que a preocupação e o medo seguidos de raiva, são os sentimentos que as pessoas vivenciam quando ficam sabendo do diagnóstico.HPv

O medo mais freqüente que aparece é o medo de não poder engravidar, de perder o útero e de contrair AIDS. A preocupação mais freqüente é de transmitir HPV para o filho ou de desenvolver câncer de colo de útero. Já a raiva aparece quando a pessoa pensa ter sido infectada pelo parceiro, o que invariavelmente estaria ligado à infidelidade.

O estudo revelou que no âmbito social, após o diagnóstico: 41% das pessoas apresentaram problemas em relação à atividade sexual, somente 49% passaram a usar preservativos, 21% relataram conflito devido à infidelidade e 10% terminaram o relacionamento.

O estudo mostrou ainda que, os valores culturais e o estilo de vida vão influenciar diretamente na forma de enfrentamento do diagnóstico diante da relação entre os parceiros.

O que se observa na prática clínica é que o impacto psicológico é maior do que o causado pela notícia do câncer de colo do útero. Muitas vezes as emoções primárias (como raiva, vergonha e ansiedade) podem ser adaptativas se usadas na prevenção, passando a ser fator­chave para evitar esse tipo de impacto na vida das mulheres, a psicoterapia pode auxiliar muito na elaboração dessas emoções primárias. O uso de preservativo diminui muito a possibilidade de transmissão do HPV através da relação sexual, porém não evita totalmente o contágio bem como a sua evolução.

CONVERSANDO SOBRE QUESTÕES DO DIA A DIA

 

PalavrasVariadas2

 

 

 

 

 

 

TRAGA SUAS IDÉIAS, DÚVIDAS, VAMOS CONVERSAR:

Cinco coisas importantes que um casal pode fazer para proteger seus filhos da baixa auto estima.

1- Planejar a educação dos filhos em conjunto.

2- Discutir longe dos filhos.

3- Manter os combinados com as crianças.

4- Ter um horário em família .

5-Sentar à mesa pelo menos uma vez por semana com a família toda e contar alguma coisa legal que aconteceu.

Esquizofrenia Clozapina

 

 Esquizofrenia Clozapina

Esquizofrenia Clozapina

      A preliminar Controlled Trial de terapia cognitivo-comportamental na Esquizofrenia Clozapina -Resistant

      O uso da terapia cognitiva -comportamental ( TCC ) para além regime antipsicóticos para tratar os sintomas psicóticos persistentes de esquizofrenia é crescente . O objetivo deste estudo foi comparar a eficácia da TCC a um grupo befriending ( BF ) de controle em pacientes com esquizofrenia que são refratários à clozapina . Vinte e um pacientes completaram o ensaio de 21 semanas . Em comparação com o grupo controle , o grupo de TCC mostrou uma melhoria significativa na Psicopatologia Geral e pontuação total da Síndrome Positiva e Negativa Scale, bem como uma melhoria da qualidade de vida escala . A melhora na psicopatologia persistiu na avaliação de acompanhamento de 6 meses

 

Fobia de deglutição

 Fobia de deglutição

   Discussão analítico-comportamental de seus determinantes e d

Fobia de deglutição

a amplitude da mudança.

Silvia Scemes, Regina Christina Wielenska, Mariângela Gentil Savoia, Márcio Bernik

      A terapia analítico-comportamental de uma mulher de 35 anos, cujo caso foi anteriormente publicado estritamente em termos de seus aspectos psiquiátricos, é agora abordada com relação aos determinantes encontrados na história de vida da fobia de deglutição e de outras respostas da mesma classe funcional, todas envolvendo a esquiva experiencial.
A psicoeducação envolveu uma detalhada análise funcional da fobia de deglutição e dos problemas de relacionamento, correlacionando numa única perspectiva ambos os fenômenos.
A teoria dos quadros relacionais oferece uma possível explicação para o fato de que a cliente promoveu uma extensa e progressiva mudança no padrão alimentar e no relacionamento com pessoas significativas, após unicamente uma série de sessões de exposição gradual, com a presença do terapeuta, a diferentes grupos de alimentos, num delineamento de linha de base múltipla.

Precisa de ajuda? Envie-nos um email aqui! Converse Conosco Agora!

← Passo Anterior

Thanks for contacting us. We'll get back to you as soon as we can.

Por favor, forneça um nome, email e pergunta validos.

Provido por LivelyChat
Provido por LivelyChat Apagar Histórico